quinta-feira, 3 de maio de 2012

XVI Parada LGBT de Goiânia - 2012


Em breve aqui nesse espaço, maiores informações.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Fotos da XV Parada LGBT de Goiânia


Veja nossos álbuns de fotos no Orkut:

Vista geral da multidão


Drags, Boys, Pessoas, Grupos


Comissão Organizadora e Voluntários

Arco-íris toma o centro do poder estadual na XV Parada de Goiânia


Segundo dados da Polícia Militar, mais de 50 mil pessoas ocuparam as ruas do centro de Goiânia neste domingo durante a realização da XV Parada o Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de Goiânia.

Desde o meio-dia já era grande a presença de pessoas e à medida que a tarde ia caindo, centenas iam se juntando. Às dezessete e trinta, quando tocou o Hino Nacional, a Praça Cívica, centro do poder estadual, estava tomada por LGBT e simpatizantes. Mereceu destaque a presença de vários idosos, crianças e famílias inteiras que foram prestigiar a festa.

Apesar de ter mudado o local de concentração, devido à reforma do Parque Mutirama, a marcha manteve o itinerário dos anos anteriores: desceu pela avenida Araguaia, seguiu pela avenida Paranaíba, tomou a avenida Tocantins retornando à Praça Cívica, onde chegou por volta das vinte e trinta.

O tema deste ano, “Por uma lei que criminalize a homofobia”, foi escolhido devido ao aumento do número de casos de violência no estado contra LGBT, que saltou da 12ª para 5ª posição no ranking nacional. Apesar de todo o colorido e diversidade, que é a característica marcante do público, a XV Parada manteve o tom político, exigindo políticas públicas para o segmento, seja através dos muitos discursos nos carros de som, seja através de dezenas de cartazes pintados pelos alunos da UFG. Destaque também para a presença da secretária estadual de Políticas para Mulheres e Igualdade Racial, Gláucia Teodoro, que acompanhou toda a passeata no carro da comissão organizadora.

SEGURANÇA

O evento transcorreu em clima de tranquilidade e segundo o Major Glauber, comandante do policiamento, nenhuma ocorrência grave foi registrada, apenas ação de batedores de carteiras e pequenas brigas, causadas geralmente pelo excesso de álcool. Diferente dos anos anteriores, em que ganhou destaque na mídia nacional a atitude agressiva da polícia contra os manifestantes, nesse ano nenhum atrito foi registrado. Segundo o Samu, que registrou cerca de 40 ocorrências, a maioria delas teve como causa o coma alcoólico. O forte calor também fez com que algumas pessoas passassem mal.

TURISMO

O evento recebeu caravanas de dezenas de cidades do interior e de outros estados como Tocantins, Bahia, Maranhão e Pará, mas a grande concentração de turistas era mesmo de pessoas vindas de Brasília e suas cidades satélites. Muita gente de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais também marcou presença. Alguns hotéis do centro da cidade estavam com lotação máxima desde a noite de sexta, segundo informaram gerentes consultados. A Comissão Organizadora alerta para a necessidade dos órgãos estaduais e municipais do turismo encararem a realização da parada como um grande evento que movimenta a economia local, gera emprego e renda e ainda como forma de oferecer uma melhor estrutura aos visitantes.

ORGANIZAÇÃO

A XV Parada não teve apoio do governo federal, através do Ministério da Saúde, como ocorria em anos anteriores. A divulgação foi feita via redes sociais e algo em torno de 15 mil panfletos custeados por membros da comissão organizadora. Grande parte dos vereadores de Goiânia foi solicitada para cooperar, mas apenas a vereadora Cidinha Siqueira atendeu ao chamado. No âmbito da Assembleia Legislativa, não foi diferente: apenas os deputados Mauro Rubem e Isaura Lemos cooperaram. Apoiaram a realização do evento o Governo de Goiás (Secretaria de Saúde, Polícia Militar, Samu, Corpo de Bombeiros, Saneago, Semira e Agepel) e a Prefeitura de Goiânia (AMT, AMMA, Sedem e Comurg). A parada foi organizada pelas ONGs ASTRAL (Associação de Travestis e Transexuais de Goiás), AFROLGBT, ALEGO (Associação de Lésbicas de Goiás), APOGLBT-GO (Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás), Flor de Lis (Trindade), Fórum de Transexuais de Goiás e Igreja I.R.I.S (Igreja Renovada Inclusiva para a Salvação).

terça-feira, 16 de agosto de 2011

XV PARADA LGBT DE GOIÂNIA - 2011

Para ampliar, clique na imagem


XV Parada LGBT de Goiânia
Dia: 04 de setembro 2011
A partir das 12:00 horas
Praça Cívica


Tema: “Por uma lei que criminalize a homofobia”.


Realização: ASTRAL-GO (Associação de Travestis e Transexuais do Estado de Goiás)

O evento é apoiado pelo Governo do Estado de Goiás e Prefeitura Municipal de Goiânia através das Coordenações Estadual e Municipal de DST/AIDS.

Comissão Organizadora (ONGs): AFROLGBT, ALEGO (Associação de Lésbicas de Goiás), APOGLBT-GO (Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás), Flor de Lis (Trindade), Fórum de Transexuais de Goiás e Igreja I.R.I.S (Igreja Renovada Inclusiva para a Salvação).

Informações podem ser obtidas com a Presidente da ASTRAL-GO, Beth Fernandes, pelo fone (62) 8419-2523.


Outros canais de comunicação:

E-mail:
paradagoias@hotmail.com




Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx?hl=pt-BR&tab=w0 (ou pesquise “parada goias”)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

"8º Seminário LGBT" comemora o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia


Rolou nesta terça-feira, 17 de maio, o 8º Seminário LGBT, realizado durante as comemorações do Dia Internacional de Luta contra a Homofobia. O seminário, promovido pelo Congresso Nacional com o apoio da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), tem como slogan "Quem ama tem o direito de casar – Pela aprovação da PEC do Casamento Civil entre Homossexuais”.

O coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT na Câmara, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), disse que a ideia de que o seminário tivesse como tema central a aprovação do casamento civil de homossexuais foi tomada antes da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu, no início do deste mês, a união estável em relacionamentos homoafetivos.

O seminário foi organizado pela Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT do Congresso Nacional e pelas comissões de Legislação Participativa; de Educação e Cultura; e de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Diversos políticos, artistas, jornalistas e advogados importantes passaram pelas mesas de discussão do Seminário. O MixBrasil, presente ao evento, traz a você os discursos e notícias mais importantes. Acompanhe na sequência de links.

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

UNIÃO ESTÁVEL ENTRE HOMOSSEXUAIS – VOCÊ TEM DÚVIDAS?


Leia as principais perguntas e respostas sobre esta decisão histórica do Supremo Tribunal Federal que reconheceu, por unanimidade, a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

O que o Supremo decidiu?


Os ministros entenderam que a união estável entre casais do mesmo sexo deve ser reconhecida como entidade familiar. Com isso, homossexuais podem ter os mesmos direitos previstos na lei 9.278/1996, a lei de união estável, que considera como entidade familiar “a convivência duradoura, pública e contínua”.


O que a Constituição diz sobre união estável?


Conforme a Constituição de 1988 “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.


Quais são os direitos garantidos na lei de união estável, a lei 9.278/1996?


Divisão da guarda e sustento dos filhos, possibilidade de pensão alimentícia, herança em caso de morte, partilha de bens em caso do fim da união e facilidades para conversão da união estável em casamento. A união estável tem o mesmo peso do casamento civil para efeitos de inclusão do companheiro em plano de saúde, por exemplo.


Por que o Supremo se manifestou sobre o assunto?


O STF foi provocado em duas ações, uma proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e outra pelo governo do estado do Rio de Janeiro. A ação da PGR, de caráter mais amplo, pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. O governo do Rio queria que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio-saúde. Nos dois casos, a decisão favorável foi unânime.


A decisão do STF é garantia de que todos os homossexuais terão os direitos assegurados?


Não, para isso seria necessário o Congresso modificar a lei, e a Presidência da República sancionar. Somente a partir de uma lei o direito passa a ser automático.


Com base na decisão, os casais homossexuais podem ir ao cartório para solicitar o casamento civil?


Em tese, sim, de acordo com o relator do processo, ministro Ayres Britto. No entanto, como não se trata de uma lei, o cartório não é obrigado a aceitar o entendimento do Supremo e agendar o casamento. Com a decisão, porém, quem não conseguir tem a opção de ir à Justiça requerer o direito.


Quais as diferenças entre união estável e casamento civil?


A diferença é que a união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, e o casamento civil é um contrato jurídico formal estabelecido em cartório entre suas pessoas.


Órgãos públicos são obrigados de imediato a reconhecer a união homossexual?


Não. No entanto, os casais que se sentirem prejudicados podem procurar a Justiça.


A Justiça de primeira instância vai conceder o direito de imediato por conta da decisão do Supremo?


Não, pois não se trata de uma decisão vinculante (quando sua aplicação é obrigatória a todos os agentes da administração pública). Porém, caso as instâncias inferiores da Justiça se recusem a conceder o direito, os casais podem recorrer aos tribunais superiores.


A partir de agora, os casais homossexuais podem se candidatar à adoção?


Há atualmente casos pontuais em que a Justiça permitiu que a adoção por homossexuais. Com a decisão do STF reconhecendo a união estável, é possível que a Justiça passe a conceder a guarda em nome dos dois.


Quais são os direitos já adquiridos pelos homossexuais?


A Receita Federal permite que os casais homossexuais declarem o Imposto de Renda em conjunto ou que um deles seja considerado dependente. O INSS também tornou permanente a regra que reconhece os benefícios previdenciários a dependentes, como pensão por morte ou auxílio-reclusão. Nos dois casos, é preciso comprovar a vida em comum.


Atualmente, há dados sobre a quantidade de casais homossexuais no país?


De acordo com o Censo Demográfico 2010, do IBGE, o país tem mais de 60 mil casais homossexuais.


O que deve acontecer após a decisão do Supremo?


O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, disse que o Congresso precisa discutir e votar leis que delimitem os direitos em consequência do reconhecimento da união estável.


Fonte: G1

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Fotos da XIV Parada

Se você tirou fotos na XIV Parada, nos envie para que possamos compor o registro do evento. Nosso e-mail: paradagoias@hotmail.com

Em breve disponibilizaremos algumas fotos aqui no blog. Aguarde.

XIV Parada LGBT de Goiânia reúne 70 mil pessoas

Marcada pela irreverência e descontração, a manifestação tratou de assuntos sérios como crimes e eleições

Mais de 70 mil pessoas, segundo números da Polícia Militar, se reuniram ontem na XIV Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), em Goiânia. Com o tema “Nosso voto, nossa força por um Brasil sem homofobia” a Comissão Organizadora quis chamar a atenção do público para a necessidade de se eleger candidatos comprometidos com a causa LGBT, pois somente assim será possível alcançar igualdade e cidadania. Atualmente 78 direitos concedidos aos heterossexuais são negados aos LGBT em função de sua orientação sexual ou identidade de gênero. A Organização aconselhou os presentes a buscar as propostas que cada candidato traz para a comunidade e também a se informar sobre a posição desse político com relação à causa LGBT, pois muitos deles se infiltram na parada em busca de votos mas sequer têm propostas e mais: depois de eleitos ainda militam contra.

A concentração iniciou-se por volta das doze horas quando muitos já se aglomeravam na Avenida Araguaia em volta dos trios elétricos (duas carretas e outros cinco carros menores). Nem mesmo o calor escaldante tirou a animação do público. Muita gente fantasiada, muitos rapazes sem camisa, exibindo corpos esculpidos nas academias. Descontração, animação e alegria. Os mais irreverentes no figurino eram os que faziam mais sucesso entre os participantes. Fantasias de princesas, demônios, gladiadores e outras se espalharam pelo corredor formado para receber a parada. Bandeiras do Brasil e outras, com as cores do arco-íris, símbolo do orgulho LGBT, estavam por toda parte. No entorno, vendedores ambulantes aproveitavam para vender principalmente acessórios e bebidas.

Performática ou discreta, a população LGBT divertiu-se, mas não só ela. Famílias inteiras desceram para o Centro para prestigiar o movimento. "Esse é um espaço democrático e não vejo nenhum problema em trazer a família para assistir", disse o vendedor Reinaldo Roque, de 46 anos, acompanhado da mulher, da irmã e das duas filhas. Outros, mais privilegiados, se posicionaram nas calçadas ao longo do trajeto, para apreciar de perto, como a família Vieira, que mora na Av. Paranaíba e ativamente participou da festa. As mesas e cadeiras foram colocadas na calçada da residência. Nas mesas, petiscos e bebidas rechearam a tarde da familia. “Há três anos moramos aqui e participamos da festa, acho que eles têm o direito de se manifestarem e a festa é maravilhosa.”, disse Alba Ninfa Pereira Vieira, de 70 anos.

Mas nem só de festa foi feita a manifestação. Diversas equipes de enfermagem da Universidade Federal de Goiás e do colégio Ana Néri circularam entre a multidão distribuindo preservativos e folhetos alertando para a prevenção de DST/AIDS. Alunos do Instituto Federal de Educação aplicaram questionários aos turistas para levantar o perfil das pessoas que participam do evento. Essa atividade faz parte de um trabalho de conclusão de curso que tem como tema o turismo LGBT.

Por volta das dezesseis horas a aglomeração de pessoas era tamanha que a AMT (Agência Municipal de Trânsito) resolveu fechar uma quadra a mais porque o espaço reservado inicialmente não comportava mais a multidão.

Às dezessete horas iniciou-se a cerimônia no palco, com as falas políticas a respeito do tema da parada e também os agradecimentos aos patrocinadores. Às dezessete horas e trinta minutos a marcha partiu colorindo as ruas do centro de Goiânia. A carreata saiu do Parque Mutirama e seguiu pelas avenidas Paranaíba, Tocantins, Coreto (na Praça Cívica) e retomou a Av. Araguaia até o ponto de partida.

Já com os trios desligados, por volta das vinte horas e trinta minutos, a multidão logo se dispersou, mas a festa continuou, já que praticamente todas as casas LGBT tinham programação especial para a parada, principalmente por causa do feriado prolongado.

O evento registrou um grande número de turistas de todas as partes do Brasil e até alguns do exterior. Muitas caravanas principalmente do estado de Goiás e outras improváveis como Belém e Porto Alegre, além de Uberaba, Uberlândia e Brasília e outras cidades próximas.

Apesar de todo o aparato montado para a segurança, com cerca de 100 homens da Polícia Militar, Guarda Municipal, AMT (Trânsito), Corpo de Bombeiros e SAMU, nenhum incidente grave foi registrado, a não ser pequenos focos de brigas que foram logo debelados.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Recomendações aos participantes - IMPORTANTE!

NUDEZ, GENITÁLIA, SEXO EM VIA PÚBLICA
Clique na imagem para ampliá-la

O maior objetivo da uma Parada é exigir da sociedade o respeito que merecemos. E para exigir respeito, precisamos primeiro respeitar. Por isso pedimos encarecidamente aos companheiros e companheiras que sejam moderados na maneira de se vestir e nas suas atitudes.

A Parada é um momento de extrema visibilidade LGBT. Não somos hipócritas a ponto de cercear o direito de aparência de quem quer que seja. Somente chamamos a atenção para evitar excessos e constrangimentos.

Nudez, exibição das partes íntimas e sexo em vias públicas é considerado “atentado ao pudor” (crime punido pela legislação brasileira) e a Polícia Militar, presente no local, tomará as medidas cabíveis, sem que a Coordenação da Parada nada possa fazer para impedir tal constrangimento.

TOP LESS E ASSÉDIO

Embora não seja considerado crime, DESACONSELHAMOS o TOP LESS (seios à mostra) para mulheres lésbicas, transexuais e travestis. Nossa sociedade é muito conservadora e ainda se choca com estas práticas.

Evite ASSEDIAR POLICIAIS. São parte de uma Corporação conservadora por natureza e a maioria deles não está satisfeita por estar ali, sacrificando seu dia de folga, sem receber nada a mais por isso. Uma simples brincadeira pode acabar num grande constrangimento. Contente-se apenas em observar.

Fantasias, pouca roupa [não nudez], beijos, carinho, afeto, manifestação, enfim, tudo poderá estar presente na Parada.

Pesquisa feita na parada de São Paulo em 2005 revelou que 47% dos presentes não são LGBT e sim, simpatizantes da causa. Crianças e idosos ficam particularmente chocados ao se depararem com cenas de nudez e gestos obscenos. Imagine a sua avó, os seus sobrinhos... Você gostaria que eles presenciassem cenas dessa natureza?

Uma atitude negativa, de uma única pessoa, coloca por terra o esforço de centenas de outras que trabalharam durante meses para organizar a parada.

Os integrantes da Comissão Organizadora estarão circulando entre os presentes e orientando as pessoas. Portanto, se for chamado a atenção, ou presenciar alguém sendo, não alimente o motim e a confusão. Ajude a conscientizar de que tudo que está sendo feito é em prol da causa LGBT, do bom andamento e imagem da Parada.


NATUREZA E MEIO AMBIENTE


Pedimos encarecidamente aos participantes que:

- NÃO DEPREDEM A VEGETAÇÃO DO PARQUE BOTAFOGO
- NÃO PULEM OS ALAMBRADOS DO PARQUE MUTIRAMA
  (os banheiros, bem como o Parque estarão FECHADOS)

Um grupamento da CAVALARIA bem como a GUARDA MUNICIPAL estarão fazendo a segurança desses locais e coibirão abusos. EVITE ESTE CONSTRANGIMENTO!


FAIXAS E CARTAZES
Embora pareça uma grande festa, a parada é antes de tudo uma manifestação política, onde pedimos visibilidade e exigimos nossos direitos. Por isso pedimos a todos que levem faixas, cartazes, vistam camisetas e bonés com alusão à causa GLBT.

FANTASIAS
A parada é uma festa das cores e da diversidade.  A alegria e a irreverência é a nossa maneira peculiar de protestar e exigir nossos direitos. Como a criatividade é um traço marcante da comunidade LGBT, aconselhamos que abusem da criatividade. As melhores produções sempre aparecem nos jornais e nos sites da internet... Para quem não gosta de se produzir, basta retirar a camiseta (no caso dos rapazes) que o sucesso também estará garantido.